sábado, 23 de novembro de 2013

LUIZ FERNANDES DA SILVA : CORREIO DE POESIA * ANTONIO CABRAL FILHO

CORREIO DE POESIA  801 SETEMBRO 2007
CORREIO DE POESIA  NÚMERO ESPECIAL AGOSTO 2007
CORREIO  DE POESIA EDIÇÃO EXTRAORDINARIA AGOSTO 2007
CORREIO DE POESIAJUNHO DE 2007 NÚMERO EXTRA 
PEREGRINO DO TEMPO, 2008
Obs.: O bilhete abaixo do poema informa o nosso último contato.
Endereço: Rua Dr. José Maia, 31 - Cidade do Funcionário I CEP 58087-100 João Pessoa - PB
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LUIZ FERNANDES DA SILVA NA INTERNET
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domingo, 17 de novembro de 2013

GRUPO CERO & NASCIMENTO * Antonio Cabral Filho

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REVISTA DE POESIA E PSICANÁLISE Nº0 - 1987
Colaboradores deste número: Aida Botelho Mesquita, Antonio Cabral Filho, Daniel Chutorianscy, Daniel Tkatch, Edith M. Perez, Konstantino Kavaphis, Lidia Valle, Lidya Elba Perez, Maria del Carmem Martinez, Miguel O. Menassa, Rogerio Malaquias, Sousandrade, Sully Winter. 
Direção Editorial:
Tkatch
Perez
Malaquias
Ilustração e desenhos de capa:
Edith M. Perez
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Revista de Poesia e Psicanálise Nº1 - 1987
 Aida Botelho Mesquita, Alvanisio Damasceno, Antonio Cabral Filho, Antonio Carlos Medeiros - Grego,  Daniel Chutorianscy, Daniel Tkatch, Denise Vianna Leal, Edith M. Perez, Eduardo Alves da Costa, Konstantino Kavaphis, Lidia Valle, Lidya Elba Perez, Maria del Carmem Martinez, Sergio Luiz Gomes Martins.
Diagramação:
Almir Miranda
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APOCALIPSIS CERO NºS 14-15-16 Deciembre 1986 TERCERA ÉPOCA, publicação em que Edih M. Perez colaborava na Espanha, dirigida por Miguel Oscar Menassa.
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Lembrete
Sobre esse pessoal que trabalha poesia-psicanálise, há uma explosão de grupos, que envolve Europa e América Latina. Um dos expoentes desse movimento, nome dos mais destacados, com prestígio tanto na poesia como na psicanálise, é Miguel Oscar Menassa, que pode ser buscado via internet e será rapidamente encontrado. Deixo aqui um contato a título de ilustração:  http://grupozeroversob.blogspot.com.br/
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sábado, 2 de novembro de 2013

FRANCISCO DE ASSIS NASCIMENTO E AS RAZÕES DO POETA * ANTONIO CABRAL FILHO

Mensagem Natalina 2007
Láurea Francisletras
atribuída ao Alternativo Cultural 
LETRAS TAQUARENSES
FRANCISLETRAS 38
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FRANCISLETRAS 61
FRANCISLETRAS 63
Minha correspondência com Francisco de Assis Nascimento
iniciou em 2007 e até agora ele remeteu-me vinte edições do FRANCISLETRAS, sempre aberto e democrático a todas as tendências literárias.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

MURILO TEIXEIRA: O BALAIO POÉTICO * ANTONIO CABRAL FILHO

BALAIO 81
BALIO 82
BALAIO 83
BALAIO 84
BALAIO 85
BALAIO 87
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Eu não quero tecer comentários sobre o trabalho deste poeta; Murilo Teixeira, mineiro, poeta, militar aposentado, mas acima de tudo, apaixonado pela vida. O modo como ele produz a sua publicação prova isso. Sem palavras. Só quero dar a conhecer o maravilhoso trabalho deste conterrâneo:
Rua Quintiliano Costa, 412 - Vila Bretas, Cep 35032-630 Governador Valadares - MG.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

OSAEL DE CARVALHO VERSO A VERSO * ANTONIO CABRAL FILHO

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Este é O LITERÁRIO nº 161, que completa o 13º ano de vida literária agitando poesia. Nessa época, Osael de Carvalho recebeu inúmeras homenagens, dentre as quais destaco, segundo meu ponto de vista, aquela que eu considero a mais singela e, por conseguinte, também a mais representativa, por vir de quem está longe e não tem outra forma de abraçar o poeta e lhe dar seus parabens por atividade tão nobre. Vem da escritora Suelly Correa Gomes, no sul do país, traga através de uma trova: " SAUDEMOS O LITERÁRIO, POR TREZE ANOS DE VIDA, UM GLORIOSO ANIVERSÁRIO, É UM FEITO EXTRAORDINÁRIO, A QUE A GLÓRIA FAZ GUARIDA."
Nessa época, eu não tinha o que eu chamo de "laços" com Osael; às vezes, lhe enviava o meu CURUPIRA, sempre cheio daquela esperança de que pelo menos ele registrasse para os seus leitores que o recebera, mas para meu prazer, ele incluiu um poema meu nesta edição e a partir daí, ficamos mais assíduos na correspondência.
*
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Isso durou até o seu "desenlace" terreno, mas como ele, eu sei que continua e é por isso que deixo aqui registrado um pouco de sua dedicação à poesia.
OSAEL EM TROVAS
1
O amor chega sem jeito,
balança meu coração,
que bate forte no peito
temendo desilusão.
2
Mãe, tu és o meu verso,
minha luz e inspiração,
rainha do meu universo,
manhã do meu coração.
3
Guerra matando crianças,
o homem perde o juízo,
negação do paraíso
perda todas as esperanças.
4
No nascer da poesia
entoei minha canção,
ser trovador: Alegria,
muito amor no coração.
5
Quando a saudade chegar
não ponhas as mãos no rosto,
a vida é para se amar
sem mágoa, ódio ou desgosto.
6
Na rua, ao ver a criança,
pobre, só e abandonada,
ali se perde a esperança
de ver a pátria renovada.
7
Você chega e me convida
pra te amar mais e mais;
feliz te amo querida,
pois amor nunca é demais.
8
Implorei o teu perdão
movido pela saudade,
os rogos do coração
achastes frivolidade.
9
Guris perdidos na vida
sentindo o tempo que passa,
é a desgraça revivida
nesta vida de desgraça.
10
Cantigas de um trovador
é ver o céu iluminado,
cantando qual sonhador
seu amor abençoado.
11
Teu amor não é ainda
o que quero de afeição,
você é uma saudade infinda
dentro do meu coração.
12
Vou juntar seu coração,
lhe amar e pedir perdão,
dizer que é minha flor,
que seu trovador.
13
Eu amo e assim proponho
viver uma vida a dois,
e sonhar onde haja sonho,
deixar pra acordar depois.
14
Uma luz tão peregrina
ilumina a minha estrada,
tua saudade, menina,
é o que eu tenho e mais nada.
15
Dizem que a saudade
é de fato a maior dor,
mas ela só permanece
até chegar novo amor.
16
As lágrimas no teu rosto
me entristecem, tanto...
porque não sei como vou
poder enxugar seu pranto.
17
Percorri sempre sozinho
com fé os destinos meus...
Sempre tive nos caminhos
a mão bendita de Deus.
18
A vida é uma encruzilhada
e muito se tema fazer;
nunca parar na estrada,
deixar o destino escolher.
19
Reclamar, veja, não muda
o seu caminhar peregrino.
A graça de Deus ajuda
a melhorar seu destino.
20
O meu amor por verdade
invade todo o meu ser...
Conheço com sublimidade
a ventura de viver...
21
Cantam na mata as fontes
que rolam quase em surdina,
no azul do horizonte
é Deus que seu nome assina.
22
Não confies no destino
pois na última viagem
não vão valer desatinos,
bondade vira passagem.
23
Quando a velhice chegar
de nada irei reclamar
pois em toda a minha vida
só amor soube espalhar.
24
Muita luz para vocês
poetas e companheiros...
Que a felicidade dure
durante muitos janeiros!
***
OSAEL DE CARVALHO
é homenageado por mim, quando partiu Eno Teodoro Wanke, com o qual mantive correspondência bem assídua, através de uma trova:
Discursando no palanque,
disse o amigo Osael:
"Eno Teodoro Wanke
foi fazer trovas no céu."
E quando ele foi integrar-se à Academia Divina de Letras, que pra mim é o céu dos poetas, voltei a lembrá-lo:
Foi Osael de Carvalho
trovar com Nosso Senhor,
foi desfrutar do trabalho
que tanto fez por amor.
*******************
Deixo aqui os sites que ele estava produzindo quando deu por encerrada sua obra conosco...
1º - GOOGLE+
*********************************************
2º - BLOGSPOT.COM
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terça-feira, 1 de outubro de 2013

** REVISTA MALABIA 57

QUEREMOS OFERECER-LHES

Cada um compartilha o que acredita ter de melhor...Acesse.

 
 


domingo, 15 de setembro de 2013

4ª ANTOLOGIA "LOGOS" - MÊS DE SETEMBRO - NA FÉNIX - COM 244 AUTORES - Carmo Vascpncelos - Sc


Prezado Autor Antonio Cabral Filho, para 
visualizar todas as páginas desta Antologia,
click no link abaixo:
Agora com tradutor automático em todas as páginas, por
 solicitação de diversos autores e leitores estrangeiros

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sexta-feira, 28 de junho de 2013

POESIA SEMPRE: MALABIA 56 * ARICY CURVELLO - ES

Poesia sempre


Como matéria principal trouxe poetas da América Latina, alguns deles pela primeira   vez  publicados em nosso país. Essa feição internacional caracterizou sucessivas edições, voltadas para a poesia de algum país estrangeiro. Seu nº 2, para a de Portugal. Seu nº 3, para a dos Estados Unidos. E assim por diante. Raras vezes “Poesia Sempre” dedicou-se a um tema ou um autor brasileiro. O que é de se lamentar, pois circula internacionalmente, em todo o mundo culto.
Assumindo em 2012 a tarefa de editar a revista, o professor/poeta/crítico Afonso Henriques Neto decidiu construí-la com o olhar voltado para a poesia do Brasil. E pensou de imediato em dar ênfase aos estados brasileiros, com o propósito de realizar um retrato o mais abrangente possível da história da poesia desses lugares. E  resolveu principiar pelo rico manancial de Minas Gerais, logo no primeiro número sob sua direção,o de nº 36 ( Ano 18, referente a 2012).
É uma bela edição, sob a coordenação editorial de Raquel Fabio, com uma iconografia mineira muito bem selecionada.
Abrindo o volume, o ensaio “Minas Gerais e sua poesia”, da professora (UFMG) e escritora Letícia Malard.
Traz o cânone da maior parte da poesia mineira, sistematicamente ordenadoem três seções, incorporando os contemporâneos :
- Poetas Clássicos : desde o início e o Arcadismo do século 18 até o Parnasianismo [Santa Rita Durão, Basílio da Gama, Cláudio Manuel da Costa, Tomás Antônio Gonzaga, Silva Alvarenga, Bernardo Guimarães, Augusto de Lima, Alphonsus de Guimaraens, Severiano de Resende, Archangelus de Guimaraens];
- Modernismo : século 20, destacando Drummond, Emílio Moura, Pedro Nava,  João Alphonsus, Ascânio Lopes; Rosário Fusco ;
- Após-Modernismo : séculos 20 e 21, com 35 poetas, dez dos quais já falecidos [Henriqueta Lisboa, Abgar Renault, Bueno de Rivera, Alphonsus de Guimaraens Filho, etc.] e 25 contemporâneos,  entre os quais Adélia Prado, Affonso Rommanno de Sant’ Anna, Carlos Ávila, Ricardo  Aleixo, Ronaldo Werneck, Sebastião Nunes, Yeda Prates Bernis, Wilmar Silva e o autor destas mal traçadas.

A revista “Poesia Sempre”, em sua edição nº 36, dedicada inteiramente à poesia de Minas Gerais, pode ser adquirida à Loja do Livro da Biblioteca Nacional do Brasil,
no Rio de Janeiro: www.bn.br/lojadolivro 

telefone  (21) 2220-  1309
e-mail :    lojadolivro@bn.br

sábado, 8 de junho de 2013

VERSOS DE OUTONO ANTOLOGIA - CONFRARIA DE AUTORES 2013 * ANTONIO CABRAL FILHO


VERSOS DE OUTONO ANTOLOGIA, selo CONFRARIA DE AUTORES, da Editora MAR DE LETRAS, é uma iniciativa do escritor Delmo Fonseca, que explica "Por que Versos de Outono?". Segundo ele, "o objetivo desta antologia é homenagear  o poeta chileno Pablo Neruda ( Prêmio Nobel de Literatura de 1972). Prosseguindo diz que " nenhum outro pôde exprimir de forma tão singela sua admiração por essa estação." E conclui dizendo "Versos de Outono, dessa forma, junta-se a outras belas obras literárias, como o outono, que cumpre sua função na Natureza, e Neruda, que tão bem desempenhou sua função na Poesia.
Em VERSOS DE OUTONO ANTOLOGIA encontramos um conjunto de autores firmes no caminho das letras, pois podemos constatar o modo seguro como cada um se expressa na construção dos versos. Mesmo que se faça presente a predominância do verso-livre, a fatura de cada um faz realçar o conjunto e, ainda que hajam poucos representantes das "formas fixas", há a resistência de alguns sonetos seguidos de poemas rimados sem pretensões. 
Nesta viagem eu sigo Abel Jofre, Adílio Jorge Marques, Ana Issa, Ana Paula Soeiro, André Anlub, Andréa Ariella Cristaldi, Antonio luiz Cazumbá da Costa, Beto Acioli, Bruno Crispin Cardoso, Carlos Eugenio Vilarinho Fortes, Carlos Marcos Faustino, Delmo Fonseca (Org.), Eduardo Ribeiro Toledo, Elis Marcio Rodrigues e Silva, Elvira Campos Barroso Alves, erika Valença de Lucena, Henrique Biscardi, Jaair Martins, Luciana do Carmo, Lucimar Espíndola Eudociak, Malu Monte, Marisa Resnitzky, Mariani Lima, Pedro Jorge, Renata Carone Sborgia, Simone Martins, SOL Figueiredo, Sônia Arruda e Tatiana Viegas.
Mas devo confessar que não me sinto intimidado por estar cercado em meu haicai e poemas piadas. Quem quiser conferir, entre em contato: letrastaquarenses@yahoo.com.br

quarta-feira, 8 de maio de 2013